Consolidar estudante

[Emprego] Recém-Mestres em TI

2018.08.21 18:23 throwaway121s1212111 [Emprego] Recém-Mestres em TI

Caros redditors,
Como sabem, muitos estudantes do ensino superior estão agora a chegar ao fim do seu ciclo de estudos. Com o fim deste ciclo, segue-se o começo de um próximo: o mercado de trabalho. Eventualmente, irão começar a surgir as típicas perguntas sazonais sobre o tipo de trabalho que se desenvolve em consultoria, software houses, etc e a remuneração considerada justa. Para evitar que os recém-mestres se submetam a condições inferiores àquelas que podem auferir, prejudicando consequentemente todo o mercado de trabalho, resolvi criar esta thread para consolidar todas as informações possíveis para os ajudar a fazer uma escolha informada.

A ideia é preencher um form referente ao vosso primeiro emprego.
Edit4:
Alguns users pediram que fosse adicionada uma coluna para poder alargar o público deste post, abrangendo assim profissionais de outras áreas. Como provavelmente a população deste sub é maioritariamente da área de TI, resolvi criar outra form/folha para outras áreas, de forma a facilitar a navegação.

TI

Para preencher: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfH-HuC8nekQ44VsMNPNgV5u2DOyDMQ5iMMl8P3-V-qf1nGig/viewform
Para visualizar: https://docs.google.com/spreadsheets/d/12yRNQll0mQapxsoKyJMCHnc9FuDug7Z9a-yp_TRNCLk/edit?usp=sharing

Outras áreas

Para preencher: https://goo.gl/forms/ASF2pA90zUoRkCF82
Para visualizar: https://docs.google.com/spreadsheets/d/1SAmJ92CDrnrsdvkE8mzMVJfu-liyQHOyrd67i3H32-c/edit?usp=sharing

Obrigado por lerem até ao fim. Um bem-haja.

OLD:
Se estiverem interessados em contribuir, enviem-me mensagem privada para eu acrescentar à tabela, ou comentem aqui.
Edit: Tal como sugerido pelo u/ElDiabloDe94 fica aqui uma folha de Excel editável
https://docs.google.com/spreadsheets/d/1ITZRsvTAHXLVBb_ckOydQ1EZT0SNuWyGLr-Y7eWteVo/edit#gid=1759000596
Edit2: Tal como sugerido adicionei uma coluna de outros rendimentos. Se algum dos users que já me enviaram informações quiser complementar preencha no Excel ou envie MP.
Edit3: A tabela estava a ficar elegível, fica aqui um paste com a tabela antiga https://pastebin.com/Ui7tkMEg. O u/throwawayitform sugeriu criar um form e uma folha de excel não editável para evitar que a folha do excel seja destruída. Ficam aqui os dois links

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2018.08.15 19:08 notsureiflying Plano de Governo Ciro Gomes (PDT) - os 12 Pilares

Tô dando uma lida nas diretrizes do PDT do Ciro Gomes. Vou destacar algumas coisas interessantes, não digo que é um resumo pq sou incompetente pra fazer isso. Todos os destaques de texto forem adicionados por mim. Às vezes porque achei importante, às vezes porque achei que ia ficar bonito. Lembrando que eu não sou especialista em nada daqui, só penso em facilitar a visualização para as várias pessoas que não curtem abrir pdf.
Essa porra ficou imensa, mas ainda um bom tanto menor do que o documento que pode ser encontrado aqui http://divulgacandcontas.tse.jus.bcandidaturas/oficial/2018/BB2022802018/280000605589//proposta_1533938913830.pdf Vocês podem encontrar informações sobre os planos de governo dos outros cadidatos aqui
Antes de mais nada, onde o PDT prende chegar com o Brasil?
Nossa meta maior é buscarmos, em um período de 15 anos, alcançar o atual Índice de Desenvolvimento Humano de Portugal (que hoje é o 41º do mundo, enquanto o Brasil está na 79ª posição), [...] que possui um governo cujas bases de suas políticas são progressistas. Para atingirmos o atual nível de renda per capita de Portugal, buscaremos crescer 5% ao ano, e será definida uma série de outros objetivos e metas relativas a indicadores sociais, como expectativa de vida, mortalidade infantil, taxa de homicídios e desigualdades sociais entre homens e mulheres. Se quisermos também atingir os seus indicadores de distribuição de renda, teremos que investir muito em educação, bem como em políticas econômicas que propiciem a orientação de nossa produção na direção de setores que produzam bens mais sofisticados com maior valor agregado, e na realização de muitas políticas sociais visando o acesso a bens e serviços públicos de qualidade.
O programa é baseado em 12 pilares. Vou listar esses pilares e as algumas medidas dentro de cada pilar, apenas como exemplo. É só ir pras páginas de cada pilar e ler todas as medidas e, quando presente, os detalhes de cada uma. Lembrando que não estamos lendo o plano, mas sim as diretrizes, portanto vai ter bastante coisa genérica e/ou sem os mecanismos descritos. 1 - Geração de Emprego (pgs 10-18) - Equilíbrio Fiscal via reformas Fiscal, Tributária, Previdenciária, Orçamentária e da Gestão Pública. - Redução da taxa de juros via reforma monetária e um conjunto de medidas que possibilite diminuir as taxa de juros básica e aquela que é cobrada nos financiamentos a consumidores e empresas. - Defesa de uma taxa de câmbio competitiva via equilíbrio da política fiscal, redução da taxa de juros e recriação do fundo soberano. - Manutenção da inflação em patamares baixos. - Política Industrial desenvolvida de forma complementar à política macroeconômica, com foco em desenvolver setores estratégicos (Agronegócio, a Defesa, o setor de Óleo, Gás e Biocombustíveis e a produção de bens para atender aos Serviços de Saúde e Construção Civil), para a geração de inovação e/ou emprego. - Política de inserção internacional que fomente o setor produtivo, com especial destaque para a indústria manufatureira de alta tecnologia e para serviços intensivos em conhecimento, com forte apoio às exportações desses produtos e serviços. - Recuperar o volume de crédito na economia brasileira que retome a capacidade de financiamento às empresas e à população em geral - Ações emergenciais e outras que auxiliarão a promover a geração sustentável de empregos, priorizando as camadas mais vulneráveis da população, estimulando a formalização, a capacitação profissional e aperfeiçoando também as políticas de inclusão produtiva: - Finalmente, os setores do agronegócio, agricultura familiar, serviços em geral, comércio, a economia criativa e o turismo também serão estimulados. Da mesma forma, atenção especial deverá ser direcionada aos empreendedores, inovadores e às pequenas e médias empresas. Esses estímulos serão discutidos ao longo da campanha.
2 - Recuperação e Modernização da Infraestrutura (pgs 19-21) É proposto um investimento anual de 300bi em infraestrutura, através de investimento público ou estimulando o setor privado a fazê-lo, para superar as deficiências e gargalos que encarecem e limitam a capacidade de produção. Alguns exemplos citados são: -Investimentos em rodovias/ferrovias, (aero)portos, energias renováveis, telecom, mobilidade urbana, habitação e saneamento básico. - Reforço do programa Minha Casa Minha Vida com recursos e foco - Fortalecimento do Sistema Financeiro da Habitação e desenvolver novas formas de captação de recurso pra que o orçamento se mantenha equilibrado. - Incentivo forte de Parcerias Público Privadas com atuação coordenada ao investimento público. - Fortalecer o BNDES - Criação de um fundo garantidor para investimentos em infraestrutura - Retomada da adoção da TJLP (taxa de juros de longo prazo) nos processos de infraestrutura
3 - Meio Ambiente (pgs 22-25) - Intensa expansão, tendendo à universalização, dos serviços de abastecimento de água, coleta e tratamento de esgoto. (meio que já estava proposto no tema de infraestrutura) - Compatibilização entre as agendas Marrom (Política Nacional de Meio Ambiente), Verde (Novo Código Florestal) e Azul (Política Nacional de Recursos Hídricos). - Implantação das Unidades de Conservação já criadas no Brasil com as devidas indenizações e/ou reassentamentos. - Desenho de modelos de desenvolvimento para áreas vulneráveis - Realizar as ações para atingir as metas climáticas definidas pelo Acordo de Paris com foco em energias renováveis, redução de desmatamento e desenhar modelos de precificação da poluição. - Estímulo ao desenvolvimento de ecossistemas de inovação sustentável via pequenas/médias empresas inovadoras em sustentabilidade, opções de financiamento à pesquisa e a projetos de inovação. - Desenvolvimento, no país, de defensivos agrícolas específicos para as nossas culturas e problemas. - Estruturação de sistema de acompanhamento e disseminação de padrões de produção internacionais (que visam às melhorias ambientais e à sustentabilidade) com o objetivo de adaptar os produtos brasileiros a esse padrão.
4 - Ciência, Tecnologia e Inovação (pgs 26-28) -Elaboração de um plano nacional de ciência e tecnologia - A política de ciência e tecnologia deve fomentar o setor produtivo, com especial destaque para a indústria manufatureira de alta tecnologia e para serviços intensivos em conhecimento. - Fortalecimento do CNPq e de suas instituições de pesquisa (não fala como, né). - Estímulo à produção de conhecimento associado entre empresas e universidades via instalação de centros de pesquisas das empresas que atuam no país e contratação de doutores por empresas, facultando o pagamento de bolsas por períodos probatórios de até 4 anos. - Estabilizar fontes e recursos de financiamento (isso está associado ao tema de Reforma Fiscal com a revogação e substituição da EC do Teto de Gastos) - Desburocratização dos processos de importação de insumos e equipamentos direcionados à pesquisa. - Criação/reforço de mecanismos de estímulo a empresas geradoras e transmissoras de progresso técnico. - Criação de incentivos para o desenvolvimento de startups de tecnologia, com a respectiva incubação em universidades e instituições públicas. - Redução de burocracia e agilização dos processos ligados à propriedade intelectual.
5 - Educação (pgs 29-32) Recomendo ler essa parte no pdf, vou apenas colocar os objetivos e instrumentos propostos Objetivos para a política educacional: -Universalizar o acesso de 4 a 17 anos; -Eliminar o analfabetismo escolar (combate absoluto); -Melhorar a qualidade, mensurada através dos resultados do IDEB e PISA; -Elevar a média de anos de estudo da população; -Garantir a permanência e a conclusão na idade adequada; -Reduzir a evasão, problema grave no ensino médio; -Caminhar na direção do alcance das metas de desenvolvimento sustentável da ONU no tocante à Educação.
Instrumentos necessários para viabilizar esses objetivos: -Uma base nacional comum curricular; -O desenho do novo Fundeb; -Um processo adequado de formação e seleção de professores; -A capacitação contínua de gestores e professores; -Regras de desenvolvimento profissional dos professores, reconhecimento de sua importância e melhoria das condições de trabalho; -Uma estrutura de incentivos adequada para os professores; -Uma estrutura de incentivos que premie os estados e municípios de acordo com a adesão às políticas e práticas propostas pelo Governo Federal; -Um processo bem estruturado de avaliação dos resultados obtidos pelos estudantes.
6 - SUS e Saúde (pgs 33-36) - Criação do Registro Eletrônico de Saúde que registrará o histórico do paciente e facilitará o atendimento do paciente em todas as esferas do SUS; - Estímulo à ampliação da rede de policlínicas através da formação de consórcios em mesorregiões - Redução da fila atual para realização de exames e procedimentos especializados através da compra de procedimentos junto ao setor privado - Premiação de hospitais e postos de saúde bem avaliados; - Estruturação de carreira de gestor na área da Saúde, a exemplo do que aconteceu com na área de Infraestrutura - Redução das barreiras impostas pela atual lei de propriedade intelectual, especialmente na proteção de patentes. - Reforço aos programas bem-sucedidos do SUS – a estratégia de saúde da família (ESF), o programa de controle de HIV/AIDS, o programa de transplante de órgãos e o sistema nacional de imunização.
7 - Segurança (pgs 37-39) - Implementação da Política Nacional de Segurança Pública e do SUSP (Sistema Único de Segurança Pública), elaborando junto com policiais, especialistas, promotores, juízes e sociedade civil, um detalhamento do plano de segurança para aplicação imediata; - Criação, através de Emenda Constitucional, da Polícia de Fronteiras - Criação, em estados onde a disputa entre grupos de criminosos provoca maior número de vítimas, de força tarefa constituída de policiais federais, estaduais e promotores, com vistas ao enfrentamento das organizações criminosas - Elaboração e execução de um plano federal para o controle de organizações criminosas nos estados em conflito, começando pelo Rio de Janeiro, e expandindo depois para outros estados; - Criação de um sistema nacional de inteligência criminal destinado à troca de informações entre as polícias dos estados e as federais sobre organizações criminosas; - Ocupação das vagas ociosas nos Presídios Federais - Construção de um sistema ágil de investigação sobre lavagem de dinheiro que inclua a Polícia Federal, a Receita Federal e o Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) - Promoção da prevenção criminal com políticas para os jovens como, por exemplo, a criação de um sistema de acompanhamento do jovem egresso do sistema penitenciário e a inclusão de jovens em áreas de conflito ou moradores de rua em programas profissionalizantes.
8 - Programas Sociais (pgs 40-42)
Todos os programas sociais que existem atualmente e estão obtendo bons resultados serão mantidos e ampliados na medida das necessidades, como por exemplo o Bolsa Família, o Benefício da Prestação Continuada, o ProUni, o sistema de cotas nas universidades e o Farmácia Popular, dentre outros. Mas precisamos avançar e vamos propor outros programas, em adição aos já existentes.
Algumas propostas:
- Criaremos um programa-piloto que envolva o pagamento de bolsas de estudo aos alunos que tiverem frequência mínima e melhorarem seu desempenho ao longo do tempo e, se o piloto for bem-sucedido, iremos estendê-lo aos poucos para a rede de Ensino Médio - Deve ser priorizado o atendimento das Creches às jovens mães que se encontram em condições mais vulneráveis e necessitam trabalhar e/ou estudar - Criaremos programas profissionalizantes específicos para a inclusão de jovens em áreas de conflito ou moradores de rua no mercado de trabalho
9 - Cultura (pgs 43-44) - Implementação de políticas que ampliem e popularizem o acesso à cultura, ao lazer e ao acesso à internet de banda larga a todos, principalmente nas periferias. - Estímulo às manifestações culturais que propiciam a inclusão social, a disseminação da cultura periférica de rua, da cultura afro-brasileira, à produção cultural e criativa de baixo impacto ambiental e às diversas atividades da chamada economia criativa. - Estabelecimento de uma política e um marco regulatório para a cultura e as artes no Brasil, de modo a consolidar em um único instrumento legal todos os aspectos regulatórios deste importante setor para a economia brasileira. - Estabelecimento de um sistema federativo de gestão da política cultural, descentralizado, capaz de garantir maior eficiência, maior capilaridade, maior adequação às realidades locais e, maior capacidade de cumprir sua missão nacional, evitando a concentração de recursos nos estados e cidades (as capitais do Sudeste) que já concentram a maior parte do investimento privado. - Facilitação e promoção de parcerias, coproduções e mitigação de riscos intrínsecos à produção cultural em todas as suas esferas. - Aperfeiçoamento dos objetivos e alcance da Lei Rouanet, precedido de amplo debate com a classe artística.
10 - Respeitos às Pessoas (pgs 45-53) Está dividido em respeito às mulheres, à população afrodescendente, à população LGBTI, às pessoas com deficiência e à juventude. Alguns highlights das primeiras 3 categorias. De forma geral nada está muito aprofundado: - Recriação da Secretaria das Mulheres - Promoção de campanhas com foco no aumento das mulheres no poder político, com vistas ao alcance da paridade - Implementação de programas de microcrédito e treinamento de microempreendimentos com atenção às mulheres - Criação de leis e programas que ajudem a proteger as trabalhadoras informais - Garantia do cumprimento da proibição de práticas discriminatórias por empregadores contra as mulheres, tais como as baseadas em provas de uso de contraceptivos ou gravidez - Promoção de programas de liderança entre meninas; - Ampliação de programas de incentivo para mulheres nas ciências exatas. - Combate à evasão escolar de adolescentes grávidas, com focos nos estados do Norte e Nordeste, onde esses dados permanecem altos - Garantia de condições legais e de recursos para a interrupção da gravidez quando ocorrer de forma legal, combatendo a criminalização das mulheres atendidas nos pontos de atendimento na saúde - Garantia da adoção de políticas afirmativas por parte de empresas e cooperativas como pré-requisitos ou agregação de pontos de vantagem para as mesmas em processos licitatórios de concorrências públicas, financiamento, subsídios, licenças ou avais em geral - Manutenção do ingresso da juventude negra em todas as universidades públicas através do sistema de cotas, assegurando via ações afirmativas a sua permanência nas instituições de ensino - Expansão do acesso das populações de áreas remanescentes de quilombos, comunidades rurais, ciganas e indígenas às escolas profissionais de ensino técnico; - Ampliação do Plano Juventude Viva - Fortalecimento e ampliação do PRONASCI- Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania - Fortalecimento do Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (SINAPIR), incentivando a adesão de estados e municípios; - Criação do Comitê Nacional de Políticas Públicas LGBT com representantes estaduais, assim como uma Secretaria Nacional de Políticas Públicas para a Cidadania da população LGBTI, - Criação de meios para coibir ou obstar os crimes LGBTIfóbicos, definindo suas características, equiparando aos crimes por racismo, injúria e feminicídio, cada qual com sua especificidade; - Reestruturação, ampliação, fortalecimento do Disk Direitos Humanos (Disk 100); - Realização de investimentos nas Universidades Públicas Federais para ampliação de programas de ações afirmativas, assistência estudantil e permanência;
11 - Combate à Corrupção (pgs 54-55)
Defendemos o fortalecimento dos mecanismos de transparência e do chamado controle social, bem como os órgãos que fiscalizam o setor público, como a Controladoria Geral da União (CGU) e o Tribunal de Contas da União (TCU). Somos favoráveis também ao mecanismo do acordo de leniência com empresas envolvidas em casos de corrupção, pois ele é a maneira mais saudável de separar o joio do trigo, punindo os dirigentes e funcionários implicados em práticas ilícitas, mas preservando as empresas e os empregos daqueles que não têm envolvimento com corrupção.
- Em caso de qualquer acusação ou denúncia específica fundamentada, o Ministro ou ocupante de cargo de confiança se afastará voluntariamente da posição e pedirá uma apuração independente, sem prejuízo das investigações dos órgãos competentes. Atestada a inocência, retornará ao exercício da função; havendo indícios concretos de irregularidades, será afastado definitivamente. - Redução dos atuais entraves burocráticos aos acordos de leniência. - Ampliação da transparência e controle social da administração pública, com a ajuda do governo eletrônico, de modo a facilitar o acesso da população a dados e informações em todos os sites e portais do Governo. - Criação de um Sistema de Controle Interno unificado para toda a Federação, integrando funções e a atuação da Controladoria Geral da União e das Controladorias Estaduais e Municipais. - Criação de auditorias de equidade, voltadas a avaliar especificamente se os serviços públicos tratam o cidadão de forma equânime e justa. - Criação de unidade de controladoria no Poder Legislativo. - Integração de todas as bases de dados referentes a cadastros de beneficiários e demais questões de transparência (como a lista do trabalho escravo) em um mesmo site, como o Portal da Transparência.
12 - Defesa, Política Exterior e Soberania Nacional (pgs 56-61) - Não toleraremos a compra por estrangeiros de ativos que compõem ou apoiam nosso complexo industrial de defesa. - Para manter o controle de nossos recursos naturais estratégicos, todos os campos de petróleo brasileiro vendidos ao exterior pelo Governo Temer após a revogação da Lei de Partilha serão recomprados, com as devidas indenizações; - O mesmo se dará com relação à Eletrobras e à Embraer, caso a venda de ambas seja efetivada; - Propor ao país um debate a respeito da conveniência de elevar a proporção do PIB dedicada à defesa - Construção de cultura militar organizada em torno de capacitações mais do que em torno de hipóteses de emprego das Forças Armadas; - Reafirmação do compromisso com o caça Gripen NG, com o submarino de propulsão nuclear e com a nova geração de blindados e armamentos do Exército - Suprimento de nossa lacuna em matéria de artilharia antiaérea de médio e longo alcances (sistemas de mísseis), em coordenação com iniciativas espaciais; - As parcerias com países estrangeiros ficarão condicionadas a sua utilidade paranossa qualificação tecnológica: preferiremos aprender fazendo e fabricando a comprar plataformas prontas - Para a parte privada do complexo industrial de defesa, será criado regime jurídico especial que dispense as indústrias privadas de defesa do regime geral de licitações em troca da manutenção de voz decisiva do Estado nos planos destas empresas; - Desenvolvimento de nossas capacitações em matéria de ciência e tecnologia nucleares para que a renúncia ao emprego militar da energia nuclear resulte sempre de decisão soberana da nação, não de incapacidade tecnológica e científica - Estabelecimento, junto com empresas privadas, de um programa nacional de inteligência artificial; - Desenvolvimento de nosso potencial de inteligência e contra inteligência, superação de nossa dependência dos Estados Unidos nas comunicações com o resto do mundo e criação de condições iniciais para prover às Forças Armadas uma alternativa ao GPS norte-americano; - Os acordos comerciais precisam priorizar o acesso a novas tecnologias e mercados, ajudando-nos a desenvolver a produção de bens e serviços mais sofisticados - Defesa do máximo de abertura econômica e cultural no mundo com o mínimo de restrição a tais inovações e experimentos - Reanimação de nosso projeto sul-americano: a União da América do Sul no desdobramento de estratégia compartilhada de desenvolvimento. - Caminhar para a instalação de cadeias produtivas que atravessem fronteiras na América do Sul; - Propiciar colaboração direta não só entre os governos centrais de cada país, mas também entre os governos de nossos estados federados limítrofes e os governos dos estados fronteiriços de nossos vizinhos; - Dentro do Mercosul deve-se dispor a aprofundar o livre comércio sem excluir a flexibilização circunstancial da união aduaneira - Trabalhar contra a instalação de bases militares de potências externas a nosso continente sul-americano - Cabe ao Brasil desempenhar liderança natural na América do Sul, mas evitar atos e gestos de hegemonia - O Brasil zelará para que a união a construir exija de todos seus participantes compromisso com a democracia e respeito pelos direitos humanos - Fortalecimento de nossa relação com os Estados Unidos - Desenvolvimento e reconstrução de nossa relação com a China, condicionando o avanço da presença chinesa no Brasil à colaboração com nosso governo e nossas empresas na qualificação produtiva e tecnológica, inclusive de nossa agricultura, pecuária e mineração; - Recusa à relação neocolonial, quer com a China quer com os Estados Unidos - Inadmissibilidade de um processo de endividamento com a China, público ou privado, que acabe por comprometer nossa soberania - Desenvolvimento de agenda de reforma da ordem monetária global que crie condições para ultrapassar o dólar como moeda-reserva do mundo - Desenvolvimento de agenda de reforma da ordem de segurança no mundo que constranja as grandes potências no uso unilateral da força armada - Priorização, nos acordos bilaterais e multilaterais de comércio, de nosso acesso aos meios de qualificação produtiva e tecnológica - Aproveitamento do papel desbravador que o Brasil pode desempenhar na elaboração de acordos internacionais a respeito de mudança de clima e desenvolvimento sustentável; - Reconstrução de nossa relação com a África em bases generosas que façam justiça à condição do Brasil como maior país africano fora da África e que deixem de atrelar nossa política africana aos interesses de empreiteiras; - Atuação junto ao Congresso Nacional, especialmente o Senado Federal, na construção de nossa política exterior
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2017.01.13 15:34 x_p_t_o O filme dos acontecimentos do fim da Monarquia em Portugal e a implantação da República

A PRIMEIRA REPÚBLICA, O FILME DOS ACONTECIMENTOS
3 de Outubro de 1910
20 horas – O Almirante Cândido dos Reis, Afonso Costa, José Relvas, João Chagas, António José de Almeida, Eusébio Leko e outros conjurados republicanos reúnem-se na casa da mãe de Inocêncio Camacho, na Rua da Esperança, 106, 3º.
Foi combinado, de acordo com planos já estabelecidos, que a revolução comecaria a 1 hora da madrugada, com uma salva de 31 tiros disparados de navios de guerra surtos no Tejo. As guarnições desembarcariam depois para iniciar em terra a revolta.
24 horas – Os conjurados reúnem-se no balneário de S. Paulo.
4 de Outubro
1 Hora e 20 – Soam tiros. Contaram-nos. Não eram 31. Pânico entre os revolucionários. Seriam os barcos a pedir auxilio?
– Cândido dos Reis é informado no cais, por um oficial da Armada, de que já havia um regimento na rua, a combater contra civis.
– Afonso Costa, Alfredo Leal e Malva do Vale saem de S. Paulo para Alcantara, para as imediações do quartel de marinheiros que estava previsto revoltar-se. Silêncio no interior. O quartel está cercado por Infantaria 1, Cavalaria 4, Cacadores 2.
– Estão na rua 3000 homens fiéis à monarquia com as baterias a cavalo. Instalaram peças nos sítios altos da cidade: Torel, Graça, Penha, S. Pedro de Alcântara.
– O comissário naval, Machado Santos, com praças da Infantaria 16, de Campo de Ourique, ataca o quartel de Artilharia 1 e apodera-se de algumas peçs.
– O capitão Sá Cardoso, com um pelotão de Infantaria 16, leva uma dessas peças para atacar o Palácio das Necessidades.
– Recontros na Rua Ferreira Borges com a Guarda Municipal. – Macliado Santos, com outra foça de Infantarin 16, ataca a esquadra da polícia no Largo do Rato e arma civis.
5 horas – As forças revoltosas, sob o comando de Machado Santos, descem a Avenida em direcção ao Rossio, são bombardeadas, retrocedem para a Rotunda e fecham as entradas para as Avenidas Fontes e Duque de Loulé.
6 horas – Cândido dos Reis é encontrado morto na Travessa das Freiras, a Arroios. Suicídio.
9 horas – Machado Santos só dispõe de 5 peças de artilharia. Comanda 9 sargentos e 200 homens.
Numerosos civis armados acorrem à Rotunda para auxiliar os revoltosos.
12 horas e 30 – Caiem na Rotunda as primeiras granadas das baterias de Queluz, comandadas pelo capitão Paiva Couceiro. As forças leais à monarquia fustigam duramente a Rotunda.
14 horas – Os cruzadores S. Rafael e Adamastor começaram a bombardear o Palácio das Necessidades. O Governo pediu ao rei, pelo telefone, para se retirar para Mafra. O rei obedeceu. Acompanharam-no o Conde de Sabugosa e o Marquês do Faial. O tiroteio continua na Rotunda.
5 de Outubro
6 horas – Fogo dos revoltosos contra as forças do Rossio. De Queluz, as baterias de Couceiro atacam. Começam a desembarcar os marinheiros dos navios de guerra estacionados no Tejo.
8 horas e 30 – O ministro da Alemanha dirige-se à Rotunda para obter um armisticio, a fim de recolher a colónia Alemã. Leva uma bandeira branca de parlamentário, que a população julga ser o sinal da rendição. Grandes manifestações de alegria popular.
11 horas – José Relvas, acompanhado por outros revolucionários, proclama a República de uma janela da Câmara Municipal.
A CHAVE DO EXITO Lisboa, Outubro de 1910
O rápido sucesso do movimento revolucionário que instaurou a República deve-se, em grande parte, a colaboração da Carbonária, sociedade secreta que actua ligada A Maçonaria.
Como membro dirigente da "Alta Venda ", um dos mais importantes centros da Carbonária, Machado Santos aliciou muitos revolucionários entre praças, sargentos, marinheiros, operários, estudantes, populares em geral.
O plano de acção foi cuidadosamente montado, como revela, em entrevista a A Capital, José Barbosa, um dos membros do Directório do Partido Republicano: «A aperação agregaora representa um esforço extraordinário. Coincidiu com uma fase activissima da Carbonária, que contava no seu seio, por interferência propagandista do engenheiro Silva, soldados, cabos e sargentos de toda a guarnição da capital. Precisávamos, em cada regimento ou em cada navio, de relacionar os oficiais republicanos com as praças aderentes. Procedeu-se cautelosamente a esse serviço, pondo primeiro em contacto um oficial com um sargento e, depois, o sargento com determinado número de cabos e soldados.»
A República por telégrafo
Lisboa, Outubro de 1910
A noticia da aclamação da República foi rapidamente transmitida a todo o Pais. Não houve resistência. As populações aderiram entusiasticamente ao movimento de Lisboa, com toda a normalidade. Constituíram-se comissões municipais electivas republicanas locais e iniciou-se a substituição de símbolos do anterior regime. No Barreiro, a Avenida D. Luis Filipe passa a denominar-se Avenida da República e a Rua Conselheiro Serra e Moura passa a ser Rua Almirante Carlos Cândido dos Reis.
No Porto, a aclamação foi triunfal.
O vereador mais antigo, Dr. Nunes da Ponte, leu da varanda central dos Paços do Concelho o texto da proclamação e declarou «perpetuamente abolida a dinastia de Bragança».
Segundo noticia o Primeiro de Janeiro, «milhares e milhares de pessoas de todas as classes invadiram as salas da Câmara e foram cumprimentar os vereadores, levando em triunfo alguns sargentos e soldados que se encontravam no meio da multidão. Foi uma manifestação grandiosa, imponentissima».
A República no outro lado do rio
Lisboa, 5 de Outubro de 1910
O plano revolucionário teve fortes apoios na Outra Banda. Segundo Machado Santos, «os republicanos do Barreiro deviam apoderar-se do vapor da carreira, cortar as comunicações com Lisboa e vigiar a beira-mar. Na Escola de Torpedos, em Vale de Zebro, existiam cerca de 2000 armas e 100 000 cartuchos. Se a revolução não vingasse em Lisboa, a margem sul do Tejo, com o auxilio da Marinha, tornava invencível o movimento. Setúbal, sob a direcção do Dr. Leão Azedo, com o auxilio da canhoneira, Zaire, devia também proclamar a República».
O projecto foi cumprido. Grupos de civis sabotaram os barcos de passageiros D. Amélia e D. Afonso. As comunicações ficaram interrompidas e Lisboa isolada.
A operação em Vale do Zebro foi mais demorada. Os oficiais e marinheiros só se renderam depois de a Junta Revolucionária do Barreiro ter conseguido fazer atracar o rebocador Vitória ao cruzador revoltoso, S. Gabriel.
Pela telegrafia seguiu a ordem para Vale do Zebro: «Queiram render-se e proclamar a República.»
Os oficiais cederam, finalmente. Os tenentes Stockler e Santos Pato, ligados ao movimento revolucionário, assumiram o comando dos torpedeiros e conduziram-nos para Lisboa, junto dos cruzadores Adamastor e S. Rafael. 12 horas e 30. No Barreiro, o povo ouvia Ricardo y Alberty e João dos Santos Pimenta, membros da Junta Revolucionária local, proclamar a República
È constituído o 1º Governo Provisório presidido por Teófilo Braga (Maçon), professor da Universidade de Lisboa.
A morte de Miguel Bombarda (assassinado na madrugada e 3 para 4 de Outubro), e de Cândido dos Reis (que se suicidou na noite do diz 5 após a chegada de notícias desmoralizadoras face a forma como decorriam os acontecimentos), e o afastamento de Basilio Teles, desguarneceram as possibilidades de constituição do elenco governativo.
A escolha de Teófilo Braga, praticamente protagonizada por Afonso Costa, viria a ser polémica entre os membros do Directório. Reservas e aposições viriam ainda a ser manifestadas pelos membros da Carbonária, a quem nenhuma pasta fora atribuída.
Seja como for, em menos de um ano, o governo provisório conseguiu cumprir alguns dos pontos principais do programa republicano, bem como consolidar o novo regime, assegurar a ordem pública interna e alcançar o reconhecimento por parte das potências estrangeiras.
Logo no dia 8 de Outubro, o Governo vulgo a Maçonaria, imitando o Marquês de Pombal, efectua e ordena a Publicação dos decretos que instituem a expulsão dos jesuítas e o encerramento dos conventos. São expulsas de Portugal as ordens religiosas.
Sendo a laicização do Estado e da sociedade um dos temas fundamentais da propaganda republicana, aliás, monarquia e clericalismo confundiam-se, não admira que uma das primeiras medidas a ser tomadas tivesse como pano de fundo a questão religiosa.
Tentando erradicar com rapidez os vestígios do regime deposto o governo provisório tomou algumas medidas, a saber: abolição do Conselho de Estado e da Câmara dos Pares, demissão de funcionários da Casa Real, abolição de títulos, distinções e direitos de nobreza, adopção de uma nova bandeira e hino nacionais, entre outras medidas de carácter liberal, entretanto contrariadas pelo franquismo.
No dia 10, é criada a Guarda Pretoriana do Governo, a Guarda Républicana mais tarde iria dar origem a Guarda Nacional Republicana, e extingue a Guarda Republicana de Lisboa e Porto.
Ao ser proclamada a República as Forças militarizadas portuguesas consistiam na Guarda Municipal (criada em 1834 e regida pala legislação de 1890), a Guarda Fiscal (regida por decreto de 1901 a 1908) e a Polícia Civil de Lisboa.
A GNR, extensiva a todo o país, tinha como funções velar pela segurança pública, policiando povoações, estradas, pontes, vias férreas, linhas telegráficas e telefónicas, etc., arcando com o exclusivismo militar das forças armadas. Foi durante anos a guarda pretoriana do novo regime.
Depois de 19I9, e até 1922, a GNR conheceu uma significativa ampliação e capacidade de intervenção na vida pública, Fazendo e desfazendo ministérios e impondo a sua vontade, se necessário, pela força das armas.
26 de Outubro - Decreto que aprova os estatutos da Academia de Ciências de Portugal.
Fundada em 1907 por acção de Teófilo Braga, a Academia tentava colmatar alguma quebra de produção científica da Academia de Ciências de Lisboa, bem como um certo elitismo (de outra ordem que não eminentemente científico, em que esta havia caído.
Tendo como grande objectivo o progresso e a integração filosófica dos principais ramos da saber humano, a Academia viria a ter o seu Regulamento Geral em 27 de Janeiro de 1911. Não tendo correspondido inteiramente ao que dela se esperava, não sobreviveu muito tempo a morte de Teófilo Braga (1924).
1 de Dezembro - Inauguração da Bandeira Nacional Republicana, segundo o modelo de Columbano Bordalo Pinheiro.
22 de Maio de 1911 - É criado o decreto que institui o escudo como moeda oficial, em substituição do real.
Medida que se insere nas preocupações do governo provisório, em marcar a transição do novo regime com a alteração dos principais símbolos do Estado, por forma a criar uma barreira psicológica que dificulte qualquer “restauração”.
O escudo dividir-se-ia em cem partes iguais, denominadas centavos. Não se tratava, portanto, de uma reforma monetária, mas somente de uma alteração do processo de conta.
Novos símbolos nacionais
Lisboa, 19 de Junho de 1911
Foram fixados por decreto a forma e as cores da bandeira portuguesa, verde e vermelha, com as armas nacionais inscritas na esfera armilar
Foram discutidos vários projectos, entre outros, o de Guerra Junqueiro, Delfim Guimarães e Roque Gameiro.
As opiniões dividiram-se, favoráveis umas ao projecto de Junqueiro, que ainda mantinha o azul e branco, cores tradicionais da monarquia, favoráveis outras a um simbolo totalmente novo.
A comissão oficial, constituída por Columbano Bordalo Pinheiro, Ladislau Parreira, João Chagas e Abel Almeida Botelho, aprovou o modelo que passa a representar Portugal e a República.
A esfera armilar, «padrão eterno do nosso génio aventureiro», alia-se com o vermelho, cor da luta pelo futuro colectivo em agradecimento pelos serviços prestados pela Carbonaria.
A primeira bandeira republicana, fabricada na Cordoaria, foi hasteada no Monumento dos Restauradores. A moeda e o hino também mudaram. O real foi substituido pelo escudo e o hino da Carta pela canção patriótica A Portuguesa, com música de Alfredo Keil.
Mais em : https://espirra-verdades.blogspot.pt/2010/07/portugal-maconico-3.html
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